Professora da Educação Adventista vai expor obra autoral no Museu do Louvre

Por Leonardo Saimon

via https://noticias.adventistas.org

 

De origem simples para a Cidade das Luzes. A professora do Colégio Adventista de Vitória (CAV), Raquel Falk, vai expor pintura em tela no Museu do Louvre, em Paris, no próximo ano. Ela foi convidada por uma empresa especializada em promover artistas locais e agora se prepara a fim de criar uma nova obra de arte para expor na França.

Capixaba, natural da cidade de Serra, na Grande Vitória, Raquel cresceu à base de muitas dificuldades. Todavia, a avó, Marmelina, que era confeiteira, e a mãe, Olga, costureira, foram os pilares e a inspiração que fez com que ela se tornasse a artista que é hoje. E o empenho da professora fez com que ela fosse aprovada na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) em Artes Visuais.

“Eu venho de uma realidade muito simples! E dentro desse contexto eu sempre sonhei em querer mais. Então é a força de vontade mesmo para, hoje, eu ser convidada”, salienta.

Raquel Falk é capixaba e trabalha como professora de educação artística em Vitória (ES) (Foto: André Azevedo)

 

Ela é professora há 20 anos, e há cinco leciona na Educação Adventista. Mas tempo como artista, somente três anos. Foi em 2018 que ela decidiu dedicar tempo de qualidade para pintar quadros aquarelados. O material que ela desenvolve vai direto para as redes sociais e foi por lá que Raquel possivelmente foi descoberta.

“Eu tento inspirar os meninos, né? Tento fazer coisas práticas, que explore esse lado criativo deles. Sem perder a teoria, a história da arte, o movimento de estudo que eu também tento colocar. De fato, teoria e prática, dentro de sala de aula”, completa.

O resultado, segundo Raquel, reflete no interesse dos estudantes em seguir na área. Ela afirma que muitos alunos estão migrando para o mundo da arte graças ao método de levar um pouco do trabalho dela como artista para dentro da sala de aula.

Exposição em Paris

Raquel espera pintar dois quadros inspirado na temática das bailarinas, algo que ela já estudou e que exigem técnicas bem específicas e complexas. A ideia é que a pintura explore a fluidez da tinta sobre tela sem a necessidade de proporções exatas, assim como a leveza e delicadeza vista nas bailarinas.

“Os estilos são orgânicos com bastante tintas e eles foram sucessos em Paraty”, relembra a professora ao citar os quadros que já pintou e expôs nesta mesma proposta.

A exposição ocorrerá em outubro de 2022 e a expectativa é que 30 mil pessoas circulem durante os dias em que a professora ficar lá. E não é para menos: o Museu do Louvre é o mais visitado do mundo e abriga em suas dependências 615 mil obras, entre elas a famosa obra da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci.

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