Dislalia: diagnóstico e tratamento rápido são essenciais
| Por Luciana Moraes Jardim
Algumas causas da dislalia: alteração ou má formação do órgão fonador ou auditivo (Imagem: cienpiesnf/Fotolia )
No ambiente escolar podemos enumerar vários exemplos de circunstâncias
que ocorrem e podem ser auxiliadas com a parceria dos pais, uma deles é a
dislalia. Quando as crianças em seus primeiros anos de vida começam a
falar, geralmente têm dificuldades em pronunciar certas letras e até
mesmo fonemas por estarem num processo de aprendizagem da fala e
experimentação de sons diferentes. Tudo isso é completamente normal. No
entanto, quando essa forma de falar perdura após os quatro anos de
idade, os pais e aqueles que convivem com a criança precisam ficar
atentos. É essencial que a criança seja levada a um especialista para
diagnosticar o que está acontecendo.
Mas, o que é dislalia? É uma dificuldade que as pessoas podem apresentar
na articulação das palavras, omitindo, substituindo ou trocando letras.
E então, como encaminhar essa criança para um especialista? Em primeiro
lugar o pediatra deve ser acionado, pois já acompanha o desenvolvimento
físico, e pode conduzir para os profissionais corretos, que iniciarão
um tratamento para superar essa dificuldade que, muitas vezes, pode
estar ligada a processos simples. Profissionais que podem ajudar nesse
tratamento são: fonoaudiólogos, psicopedagogos, professores ligados à
criança e psicólogos.
Algumas causas da dislalia: alteração ou má formação do órgão fonador ou
auditivo, distúrbios do sistema nervoso central, hereditariedade,
imitação e até mesmo alterações emocionais. Na fase escolar a criança
pode apresentar dificuldades na escrita, refletidas pela dislalia. Como
já dizia aquele famoso ditado: como falo, escrevo.
Pai e mãe podem ajudar quando seu filho tem o diagnóstico da dislalia, para isso:
- repita somente a forma correta das palavras e não complete as frases da criança, ela precisa fazer suas tentativas;
- articule bem as palavras para que seu filho perceba as diferenças;
- fique atento e verifique se seu filho tem alguma dificuldade relacionada a audição e/ou visão;
- acompanhe o tratamento de seu filho no ambiente escolar, e esteja sempre pronto a auxiliar;
- você será a ponte entre a escola e os profissionais especializados no
tratamento, portanto, acompanhe todo o processo como parte integrante
dele, não apenas como um mero expectador.
Dessa forma, qualquer dificuldade encontrada pode ser amenizada,
melhorada ou superada por você e seus filhos. Aproveite todos os
momentos para estar com sua família de forma qualitativa, envolvendo
todos com muito amor, carinho e proteção, a exemplo da dedicação de Deus
por seus filhos.
tania
#1sou prof de educação infantil e é muito grande o numero de crianças com essa dificuldade,gostaria de mais ajuda
jaqueline
#2muito interessante,adorei.
Olivaldo Menezes de Oliveira
#3Gostei muito da materia,tenho um filho com este problema e preciso saber mais sobre o referido tema.
lucimar braz
#4meu filho tem dislalia descobri a pouco tempo ele esta com 8 anos tem muita dificuldade pra ler troca letras nao tenho muita informaçao sobre este problema e as dificuldades sao muitas
Ivonilda Bonfim de souza Seraf
#5Sou mãe de um filho que tem dificuldade na pronúncia de algumas letras, e agora no curso de pedagogia,passei a conhecer que meu filho tem dislaia. Com ajuda deste artigo passei a conhecer melhor o assunto, parabéns pelo artigo, muito bom .No proximo ano com ajuda de Deus estarei ingressando faculdade Adventista na pós graduação de psicopedagogia que meu sonho bjsssssssss até lá.
eugues
#6olá,muito bom o artigo eu faço faculdade de pedagogia e estou fazendo um trabalho sobre a Dislalia no começo fiquei perdida por não saber do que se tratava,mais fui pesquisando e achei muitas coisas interessante..e o artigo tbm me ajudou muito..xau
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