Informática Biomédica
| Por Kenia Amazonita
(Imagem: Monkey Business Images/Shutterstock)
O curso divide-se basicamente em três áreas: gerenciamento em saúde pública, bioinformática e processamento de sinais. Anatomia não está fora da grade curricular, assim como Genética, Biologia Celular e Fisiologia, disciplinas da área biomédica. É claro que o curso oferece também disciplinas da área de exatas: Estatística, Rede de Computadores, Cálculo e Engenharia de Softwares, entre outras que compõem a grade curricular da graduação, que dura em média quatro anos. Não podemos esquecer o Inglês Instrumental. Além disso, é obrigatório um projeto para conclusão do curso.
Apesar de a Informática Biomédica ser uma graduação nova e oferecida apenas pela USP de Ribeirão Preto, o mercado de trabalho no sudeste do Brasil está absorvendo esse profissional. Com a biotecnologia em alta, aumenta a necessidade de se terem software que organizem os prontuários médicos e auxiliem na identificação dos laudos e diagnósticos dos pacientes. Ser autônomo nessa área, desenvolvendo programas adequados às necessidades dos clientes (hospitais, clínicas, laboratórios e indústria hospitalar), também garante uma boa fatia do mercado.
Veja outras áreas de atuação para o profissional de Informática Biomédica:
- informatização em centros médicos;
- criação de equipamentos eletrônicos de transmissão de sinais e imagens radiológicas;
- criação de bancos de dados com informações dos pacientes;
- criação de programas específicos para a área de biotecnologia.
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