Educação, instrumento de proteção ao planeta
| Por Olivandro Maia
Mudanças nos padrões de produção e consumo de forma a proteger a capacidade regenerativa da Terra e ajudar a recuperar o que já foi degradado representam a base do trabalho de educação ambiental, que também passa pelo respeito aos direitos humanos e ao bem-estar das comunidades. “Trata-se de reaprender a própria existência do homem e entender que a teia da vida é um intrincado movimento de aprendizagem que vem ocorrendo há bilhões de anos”, afirma a educadora e ambientalista Ellen Nunes.
O processo de reconstrução implica atitudes como: reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados na produção e no consumo, além de garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos; atuar com restrição e eficiência no uso de energia e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis; promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias ambientais saudáveis; incluir os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda; habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam as normas sociais e ambientais; adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e a subsistência material num mundo finito; e promover o estudo da sustentabilidade ecológica e a troca aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.
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[Jornal do Senado – Encarte Meio Ambiente, 5 de junho de 2008]
Jussara Bersano
#1“É preciso (...) que o formando, desde o princípio de sua experiência formadora, assumindo-se com sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”. É necessário que o educador esteja atento e ligado a pedagogia para saber e procurar que o aluno adquira conhecimento. Ele deve ser o vetor para tornar o ensino interessante.
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