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Ampliando a forma de pensar

Muitas são as pessoas, no meio científico, que apontam essa ou aquela celebridade como sendo um ícone a ser seguido e “adorado” como detentor de grande sabedoria. Dizem eles que, se fulano de tal é cientista renomado e, evolucionista, nós, os meros mortais, não temos como contestar.

Em muitos momentos de nossa vida esse princípio pode se aplicar, pois, se não estudamos, acabamos por aceitar a opinião dos outros. O remédio então, é estudo e dedicação, discutir ideias e ampliar a forma de pensar.

Numa entrevista cheia de cuidados a revista Discover, Lynn Margulis, bióloga evolucionista, digamos rasgou o verbo. Ela se disse não darwinista e foi academicamente honesta ao responder sobre o status epistêmico da atual teoria da evolução, a Síntese Evolutiva Moderna, que ela nomeou como neodarwinismo: “Todos os cientistas concordam que a evolução ocorreu […] A questão é: A seleção natural é suficiente bastante para explicar a evolução? […] Este é o problema que eu tenho com os neodarwinistas: eles ensinam que a geração de novidade é o acúmulo de mutações aleatórias no DNA, numa direção estabelecida pela seleção natural […] A seleção natural elimina, e talvez mantenha, mas ela não cria.”

Bomba no meio evolucionista. Uma grande bióloga, detentora de muitos prêmios e pesquisadora nata, daquelas admiradas pelas pessoas, diz não crer nos mecanismos de Darwin e que as evidências não permitem apoiá-lo.

Diz ela, “[…] Eu fui ensinada muitas vezes que o acúmulo de mutações aleatórias resultava em mudança evolucionária – resultava em novas espécies. Eu acreditei nisso, até que procurei pela evidência. […] Não existe gradualismo no registro fóssil […] O ‘equilíbrio pontuado’ foi inventado para descrever a descontinuidade […] Os críticos, inclusive os críticos criacionistas, estão certos em seu criticismo. Apenas que eles nada têm a oferecer a não ser o design inteligente ou ‘Deus fez’. Eles não têm alternativas que sejam científicas. […] Os biólogos evolucionistas acreditam que o padrão evolucionário é uma árvore. Não é. O padrão evolucionário é uma teia […].”

Perceba que é uma evolucionista quem diz que, de tanto ser ensinada, acabou por aceitar por fé, e não por que as evidências assim apontam. Quando teve a oportunidade de estudar e pesquisar por si só, começou a questionar seus mestres e o que havia, até aquele momento, aceito por fé. Dessa forma, descobriu que aquilo que cria não tinha a menor consistência. Questionar faz bem. Ainda mais quando se encontra na natureza elementos que confirmam a Bíblia.

O mais importante não é se ela é contra ou a favor, mas perceba, a teoria evolucionista está fazendo água. Muitos biólogos com os quais converso me dizem que a natureza só faz sentido a luz da evolução. Tá, tudo bem, mas qual evolução? Lynn Margulis já acha que não foi bem desse jeito.

Acabam então criticando os criacionistas só pelo prazer de atacar. Que vergonha!

Bom, Será que tem como calar as evidências que apontam Deus na natureza?

Você já leu sua Bíblia hoje?

Até a próxima.

 

 

Imagem: Jr Casas / Fotolia
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Márcio Fraiberg Machado

Autor de Biologia do Sistema Inter@tivo de Ensino. Graduado em História pela UFSC – Florianópolis – SC. Graduado em Ciências Biológicas pela Unoeste – Presidente Prudente – SP. Especialista em Biotecnologia pela Ufla – Lavras – MG. Mestre em Educação em Ciências e Matemática pela PUC – Porto Alegre – RS. Doutor em Educação pela PUC – Porto Alegre – RS.

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